Israel Nobre, editor de um blogue chamado Hoje é um Bom Dia (HDB), e que usa a alcunha de @izzynobre no Twitter, escreveu um "artigo" preconceituoso e desinformado intitulado "Descoberto um método de invulnerabilidade para protestantes da USP", onde tenta colocar ao menos uma parcela de culpa no estudante que foi agredido e ameaçado por um policial militar dentro da USP, argumentando que o cidadão "procurava briga" quando "desafiou a autoridade" do sargento. Porém, falhando em sustentar sua tese, tentou transformar o artigo em um "registro da incapacidade retórica" de um determinado comentarista da internet. E ironicamente conseguiu.
Como um EDIT do seu post original sobre o caso da USP, Israel Nobre ataca num falso anonimato (quem procurar acha) o "cricri profissional" e comentarista Vinícius Duarte, acusando-o de ser um "pseudo-intelectual" sem a "maturidade suficiente para interpretar textos", cuja "capacidade retórica" seria "de uma criança de 10 anos", num tom lamurioso em que tenta se fazer de vítima dos ignorantes que não entendem seus textos. O interessante da história reside na ironia da lição que se pode tirar dos conselhos que o autor dá em seu artigo - que não servem para o propósito dos argumentos dele, mas servem para esse meu: não se deve desafiar uma autoridade assim sem mais nem menos.
Depois de ler o artigo de Nobre - uma bobagem infantil escrita provavelmente para criar polêmica atrás de lucros de AdSense - percebi nos comentário de seus leitores - onde me encontrava em busca de prazer tipo Classe Média Sofre, confesso - uma argumentação legítima que precisava da confirmação de uma informação que eu detinha. Ao tentar levar a informação para o debate do leitores do blog do sujeito - a de que o cidadão agredido era mesmo aluno da USP - o autor respondeu dizendo que EU não tinha entendido seu texto.
Então, num ato de generosidade pelo investimento de meu tempo, expliquei para ele que entendia sim sua abordagem, mas achava que nem todos eram conformistas como ele, e que se aplicássemos a lógica dele ("se estivesse trabalhando não teria sido vítima de violência policial" e “se tivesse se submetido a autoridade policial não teria apanhado") episódios recentes de violência contra estudantes nas universidades americanas de DC Davis e CAL Berkley (o articulista mora no Canadá) também não teriam acontecido, e afirmei que vejo o que ele condena em seu texto - o desafio a autoridade - como algo positivo. O que é claramente uma opinião, e não invalida o texto do autor. Mas ao invés de agradecer o comentário e seguir a sua vida, o blogueiro resolveu me desafiar:
A resposta do autor ao meu comentário, que não era uma refutação de seu artigo, só uma opinião pessoal, é - além de uma provocação de quem procura encrenca - uma pérola retórica: "Para alguém que gosta de esmiuçar falácias e falsas analogias seu comentário é um prato cheio..." disse o jovem. A resposta é por si mesma, uma falácia, muito usada por "pseudo-intelectuais", que acusam um argumento legítimo de ser falacioso sem apresentar o que de falacioso há nele, impondo uma falsa autoridade na tentativa de vencer um debate sem debater. Mas Nobre não faz a mínima ideia do que está falando, e de quebra, ainda provoca uma autoridade no assunto. Eu, talvez por ter estudado retórica na tal "Faculdade de Filosofia" que o articulista despreza em seu texto, sou "um cara que gosta de esmiuçar falácias". Nobre apenas tenta representar um para a audiência de seu blog.
Descobri que como método de administrar sua persona de caçador de "pseudo-intelecutais" e "esmiuçador de falácias", Nobre comete pequenos delitos éticos, como o de não publicar os comentários que o refutam com propriedade, talvez esperando que o interlocutor não regresse ao blog para notar, cerceando o debate de livres idéias no espaço que administra. E no caminho para refutar a acusação de Nobre de que os MEUS argumentos eram falaciosos, acabei refutando também a tese central de seu artigo. Desmascarado, fez justamente tudo o que havia acusado publicamente Vinícius Duarte de fazer, agindo com a tal imaturidade, e sem querer revelando sua própria "incapacidade retórica".
Por fim, numa última tentativa de apagar esses "registros de sua incapacidade retórica", modificou meus comentários em seu blog, trocando por mensagem que tentam me ofender e me ridicularizar. Porém, de nada adianta. A internet nunca esquece e nunca perdoa, então fica a minha lição: desafie sim a autoridade, mas não sempre. Só se tiver certeza - ou pelo menos indícios muito fortes - de que você sabe do que está falando, e apenas se estiver disposto a lidar com as consequências.
Abaixo das imagens dos comentários de Nobre no Twitter e do vídeo ilustrativo - que também serve como lição - estão os comentários originais que postei no artigo do blogueiro. Fica como "registro de incapacidade retórica" de Israel Nobre.
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| Então tá, vamos ver se a técnica de mentir e omitir funciona... ...hmmm, acho que não... |
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* "Encher o saco" era UM PEDIDO para que o autor publicasse os comentários finais do "debate" que travei com o ele, apenas uns 3 não aprovados dos cerca de 20 (e não 200) que deixei em seu texto, justamente os que mostravam de maneira fundamentada, que ele estava errado. Agora não precisa mais publicá-los, obrigado, minha tese foi comprovada. E corrobora a afirmação do Vinicius Duarte que irritou tanto o blogueiro: o Israel Nobre é só um cara "que tem o hábito de falar merda".
Fernando Marés de Souza
Roteirista profissional de cinema e criador do "Porra, Mauricio".
Fernando Marés de Souza
Roteirista profissional de cinema e criador do "Porra, Mauricio".
Alguns dos comentários que fiz, e que agora se encontram alterados no site:
Fernando Marés de Souza says:
Está determinado que ele é sim estudante. E forçado – constrangido com abuso de poder, segundo o próprio comandante da PM – mostrou a carteira da USP, que digam-se de passagem, é um local público em cuja entrada não é preciso mostrar nem possuir carteirinha.
Kid says:
You are missing the point.
Fernando Marés de Souza says:
What point? Respondo ao cara que disse “Eu acho que o cara não estudava na USP”..
Fernando Marés de Souza says:
Kid says:
Pra alguém que gosta de esmiuçar falácias e falsas analogias, seu comentário é um prato cheio com direito a cheesecake de sobremesa (daqueles de morango com calda, que são os mais apetitosos mas mancham sua camiseta branca). Outro dia comi um cheesecake desses, é o motivo pelo qual sou gordo atualmente. Adoro cheese cake. Seria legal se inventassem um cheesecake que fizesse o cidadão emagrecer, já pensou?
Fernando Marés de Souza says:
Quais falácias e quais analogias? Se é um prato cheio, indique ao menos uma. Reli e só achei um monte de erro de concordância e artigos genitivos comidos…
Kid says:
Já já respondo, perdoe a demora. É que tava no meio da produção de um texto pelo qual sou pago, aí já viu: prioridades e tal!
Fernando Marés de Souza says:
Em tempo: Receita de um low-Carb cheesecake de morango, espero ter ajudado >>
http://lowcarbdiets.about.com/od/desserts/r/lcarbcheesecake.htm
Kid says:
Vamos lá.
1) Você vê conformismo onde há apenas pragmatismo. Se submeter a mostrar identidade não é exatamente uma completa destruição dos seus direitos civis né, por favor amigo do cheesecake.
2) Covardia? You better believe it. É uma questão de risk assessment: peitar a polícia sem QUALQUER propósito ou razão, arriscando porrada ou prisão, ou simplesmente mostrar um documento…? Que escolha difícil.
3) Você está projetando no cara sua própria ideologia. Não vi em lugar nenhum qualquer evidência de que a rebeldia do cara fosse algum tipo de discurso político contra a militarização do campus. Me pareceu apenas ousadia gratuita em face de inevitável represália.
4) A comparação com os estudantes de Davis é uma falácia multi-layered. Antes de mais nada, a agressão contra os estudantes de Davis foi imensamente pior, por muito menos motivo, e foi uma resposta exageradíssima ao que era um protesto pacífico protegido pela Constituição. Idem com o protesto de Berkeley (que é lotada de hippies que gostam de confusão e odeiam autoridade mas enfim). Não concordo com nenhum deles pelo simples motivo de que ali existia uma demonstração legítima de protesto. O moleque da USP tava raging against the machine por que exatamente?
Eis o fator crucial que você está ignorando: a polícia exigir que os estudantes se dispersem representa um impedimento de seu direito inalienável de peaceful assembly. Já o policial que pediu a identidade do rapaz não o impedia de nada; um policial pode, sim, exigir ver documentos seus.
Um policial pediu documentos que comprovem a identidade do moleque, e o este falando que não vai mostrar por pura birra. Not the same thing.
Não é que “só um louco desafia a polícia”. Você não leu o texto? É uma questão pragmática sobre saber escolher suas batalhas. Se juntar com jovens numa oportunidade única de derrubar uma ditadura de várias décadas? Isso é uma batalha pela qual se vale a pena verter sangue.
Negar mostrar identidade pra um policial que, até aquele momento, não estava batendo em ninguém e foi antagonizado a ponto de perder o controle da situação? Sim, loucura.
Autoridade ilegítima? Me desculpe, mas policiais tem autoridade legítima, sim. Se você discorda do conceito do braço policial do Poder Executivo, o buraco é mais embaixo…
Fernando Marés de Souza says:
1 ) Sua decisão pragmática (que é subjetiva) seria se conformar. A do rapaz foi outra.
2 ) Que bom que admite a covardia. O propósito e a razão do rapaz são bem claros pra mim. Você não concordar com o propósito de não obedecer uma autoridade ilegítima num procedimento que “não é o correto da PM” – como definiu o comandante da PM – não é “falta de qualquer propósito”, e um propósito que talvez você não concorde.
3) O cara diz sim lutar contra a “militarização do campus” e “contra o uso da PM para cumprir ordens da reitoria”. Eu ouvi da boca dele. E ele foi um dos 73 presos na desocupação da reitoria pelos mesmos motivos.
4) “Falácia multi-layered” é um conceito com o qual não estou familiarizado, apesar das aulas de retórica. Procurei no google e não achei nada relevante. Você, apesar de ter acusado a existência de várias, não mostrou nenhuma falácia em meu comentário. Aponte qual o tipo de falácia e onde ela se encontra.
O caso da USP tem sim um forte paralelo com UC Davis e CAL Berkeley, assim como nas universidades americanas, a reitoria tenta desocupar espaços ocupados pelos estudantes usando a polícia e a força bruta, sem o devido processo legal e sem diálogo.
O “moleque” (e meia USP) está em “rage against the machine” porque o Governador de São Paulo ignorou o nome indicado pela comunidade acadêmica na lista tríplice e colocou como reitor um colega seu de Opus Dei, o senhor Granadino Rodas, que defendeu a ditadura, não dialoga com os estudantes ou com a sociedade – cadê a declaração do reitor sobre o episódio? – e iniciou um processo de militarização como método de resolução dos problemas sociais da USP. Nunca, eu repito, NUNCA foi permitida a ação da polícia dentro dos campi brasileiros, somente com ordem de um juiz. O Reitor mudou isso com uma canetada ignorando voto contrário de estudantes, funcionários e professores.
Novamente, você pode até discordar das razões do “moleque” (professor “moleque” por sinal), mas dizer que elas não existem é desconhecimento do caso ou falta de capacidade de abstração.
Claro que li o texto, e li também os comentários. A referência aos “loucos” é dos comentários aos quais respondi e você comentou.
O que VOCÊ ignora é que o policial não estava “exigindo os documentos”, estava sim duvidando que aquele negão de rasta era um estudante, e exigindo somente dele (não exigiu dos outros), que provasse documentalmente ser estudante. Isso tudo dentro do espaço deles, estudantes, onde a PM, na opinião dele, minha, e de muita gente boa, não deveria nem estar. Ainda mais realizando uma desocupação sem o devido processo legal.
Autoridade policial só é legítima quando a ação for legítima. Aquela não era. Não há mandato de reintegração de posse nem nada do gênero que legitime autoridade ao policial retirar aqueles estudantes dali. E era isso que o policial estava fazendo, tentando obrigar os estudantes a sair do espaço, e não simplesmente “pedindo documentos” de boa fé.
E sim, sou contra a existência da PM e do conceito de uma gendarmeria como braço armado do poder executivo, e acho mesmo que o buraco é muito mais embaixo. Policia militar é para policiar militares, mas essa é outra história e nem sei se o jovem agredido concordaria comigo.
Kid says:
January 10, 2012 at 6:10 am
lol @ você googlear “falácia multi-layered” achando que isso é algum tipo de termo patenteado ou definido classicamente. Google “multi-layered”, traduza, e depois aplique o adjetivo a “falácia”. Melhorou agora?
Eu te ajudo.
Falácia: Falácia.
Multi: Múltiplas.
Layer: Camada (adjetivizado como “layered”).
TRADUÇÃO: Falácia com múltiplas camadas.
Uma das falácias no caso, é a da falsa analogia. Comparar Berkeley c a USP é errado por motivos que eu já expliquei acima (hint: direito americano de peaceful assembly contra o direito brasileiro não-existente de recusar apresentar identificação a policial uniformizado). Aliás, é uma analogia que falha em diversos níveis, not the least of which é o fato de que as leis que regem a capacidade de free speech nos EUA e no Brasil são dramaticamente diferentes. Protesto é free speech nos EUA de uma forma que não se equivale ao Brasil.
O “multi-layered” se deve ao fato de que isso é simultaneamente uma falsa analogia e um strawman argument (APOSTO Q VC ACHA Q OS MEGANHAS DE BERKELEY TAVAM CERTOS TB NÉ!!!111). Você demonstra habilidade com essas falácias, suponho que você vem praticando há muito tempo.
“Que VOCÊ ignora é que o policial não estava “exigindo os documentos”, estava sim duvidando que aquele negão de rasta era um estudante”
Ó você projetando de novo.
Fernando Marés de Souza says:
Projetando? Estou relatando os fatos. Quem pergunta “você é estudante”? e depois da resposta positiva exige comprovação DUVIDA QUE O CARA É ESTUDANTE.
Fernando Marés de Souza says:
[N]enhum resultado encontrado para “Falácia com múltiplas camadas”.
Fernando Marés de Souza says:
Não é falácia por falsa analogia, aplique sua lógica para UC Davis, Occupy Wall Street, Maio de 68, ou qualquer pessoa ou evento que desafia a autoridade policial por razões políticas e sofra a consequência da violência.
a ) se os vagabundos estivessem trabalhando não teriam sofrido violência (em UC Davis, Berkley ou na Cinelândia)
b ) quando um não quer dois não brigam (em UC Davis, Berkley ou na Cinelândia)
c ) ambos queriam confusão (em UC Davis, Berkley ou na Cinelândia)
O que você pauta como diferença relevante entre os casos e tentar justificar o que eu disse como falácia não passa de SUA OPINIÃO sobre a razoabilidade ou não de se desafiar uma ordem da autoridade policial.
Como eu disse, pra você, o PM só estava “pedindo os documentos”, enquanto para o “moleque” – e pra quem vê o contexto além do fragmento -claramente ele estava lá realizando uma desocupação do espaço universitário de forma autoritária e ilegítima.
Kid says:
"Não é falácia por falsa analogia, aplique sua lógica para UC Davis, Occupy Wall Street, Maio de 68, ou qualquer pessoa ou evento que desafia a autoridade policial por razões políticas"
Eis aqui o momento exato em que toda a sua analogia desmorona.
Fernando Marés de Souza says:
Muito menos há falácia por strawman, pois em nenhum momento tento representar sua posição de maneira diferente do que você escreveu.
Reescrevo o que disse pra simplificar: “Por sua lógica” (se “estivessem trabalhando” e se “um não quer dois não brigam”) nenhum confrontamento aconteceria no mundo.
Fernando Marés de Souza says:
E só uma última coisa: Quem disse que o policial tinha autoridade para pedir carteira da USP ao estudante, visto que não há obrigatoriedade de porte pelos estudantes e não há exigência de SER estudante da USP para permanecer no Campus?
Fernando Marés de Souza says:
Your comment is awaiting moderation.
Você acha que o ato dos estudantes (de ocupar o local) e o ato do estudante em questão (de se recusar a colaborar em uma abordagem “não correta”) não são atos políticos? É isso?
Fernando Marés de Souza says:
Your comment is awaiting moderation.
E como você mesmo classifica de “protestantes da USP” no título do post, seriam os primeiros protestos apolíticos da história…
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Kid é só um menino chorão que não sabe brincar:





Blogueiros como este não querem "debater", querem mesmo vomitar suas ideias-verdades. E consegue legiões de cultuadores, isso que é preocupante.
ResponderExcluirNão acho preocupante, Leandro. São idiotas que cultivam um publico de idiotas. Idiotas se merecem.
ResponderExcluirQualquer pessoa inteligente que lê o texto vê que o autor é uma fraude...
Pior foi o Jovem Nerd comentando algo do tipo sobre o pessoal da USP, que, na época ainda da ocupação do campus, "não sabiam o que faziam", ou algo do tipo.
ResponderExcluirMas o vencedor mesmo é o Jurandir Filho, que desinforma seu público demonizando o compartilhamento de conteúdo pela internet.
Pablo, a tentativa de retratar os protestos na USP como algo não político foi uma atitude deliberada dos veículos governistas de SP. Difunde-se o mito dos maconheiros que só querem a PM fora do Campus pra poder fumar. O rapaz do blog é só um inocente útil. Respeite sua opinião desinformada, nem ia falar nada, mas...
ResponderExcluirBah...esse Kid deve ser um hipster que é vegetariano pra ser saudável e fuma pra ser cool ( e coloca trechos em inglês em seus textos pra mostrar que é um cara "globalizado").
ResponderExcluirEu não consigo perder 3 minutos discutindo com um cara desse...
ADM, não sei se é hipster, nem se fuma, nem se é vegetariano, nem se não é cool. Mas é meio babaca, e me sinto a vontade pra dizer isso porque ele mesmo diz isso no texto.
ResponderExcluirEu também nem ia discutir, mas...
Sei como é...hehe
ResponderExcluirMarés, eu não deixo de desrespeitar, apenas foco na palavra demonização. Enfim, post em breve. E me deixa trollar também, pombas!
ResponderExcluirPorra, Pablo, agora que vi que errei. Era ¨desrespeitei¨, e não ¨desrespeite¨. Quem sou eu pra mandar em você, pode trollar a vontade... :)
ResponderExcluir* ¨respeitei¨ não ¨desrespeitei¨, porra, só faço cagada sei lá como escreve...
ResponderExcluirfaz tempo que nao tem um post novo....=\
ResponderExcluirEstamos sempre polemizando no Twitter, ADM? =)
ResponderExcluir